40 Dicas para Aprender Inglês - Parte 4

31 – Formação de Perguntas (II)
Agora vamos aumentar a estrutura básica do tópico anterior acrescentando o pronome interrogativo, que é um elemento que não vai mais permitir o uso de respostas yes ou no. Ele vai sempre nos fazer dar uma satisfação ao que foi perguntado.
Exemplo:
Where did you go yesterday? (Aonde você foi ontem?)
Vamos raciocinar juntos: como resposta a esta pergunta é possível dizermos “Sim, eu fui” e “Não, eu não fui.”?
É isso aí. Também concordo que não dá. Deveremos, então, apontar um lugar: “I went to the park yesterday.”
Mais exemplos:
When will she do the homework?
Why does your little daughter sleep so late?
Who did you visit last summer?
How often do you have English classes?
Opa, o que é isso?! Estava indo tudo direitinho e agora me aparecem 2 palavras antes do auxiliar. É assim mesmo?
É sim. As perguntas não necessariamente precisam seguir a idéia de uma palavra por elemento da estrutura. Podemos ter, sim, duas ou mais palavras antes do auxiliar, é só não esquecermos dele. Vejamos:
How long do you study every day?
At what time did she go to bed yesterday?
Entendeu direitinho? Só não se esqueça do que eu mencionei lá atrás no início do livro: todos estes tópicos são um começo, uma luz. Em muitos deles há ainda vários outros casos a serem examinados e este é um deles. Muitas mudanças na estrutura podem ser feitas mas o que foi apresentado aqui serve como uma boa base para estudos futuros.


32 – Um pouco sobre os pronomes possessivos (my/mine)
Achou familiar o título do tópico? Você também se enrola em usar my e mine? Tudo bem. Já vi muita gente assim e eu mesmo já tive problemas com estas palavrinhas no início, mas é fácil, fácil.
Primeiro vamos, mais uma vez, desvincular o assunto de uma possível tradução para o Português.
Teríamos, na nossa língua, frases como “meu guarda-chuva é preto” e “aquele livro é meu.” Nos dois exemplos temos a palavra “meu” que nem sempre será “my” em Inglês, tradução mais fácil e corriqueira.
Então quando será “my”?
Quando preceder um substantivo, pois vai funcionar como adjetivo. Aliás é este mesmo o nome dele (my) em Inglês: pronome adjetivo.
Exemplos:
My house is white.
My father is a good man.
I love you, my beautiful girl.
Neste último caso há um adjetivo entre o pronome e o substantivo . Tudo certo. Não há o menor problema.
E vamos agora aos pronomes possessivos por excelência.
Já corrigi muitos alunos que assimilaram que eles, os pronomes, vêm sempre no final da frase. Não é este o caso; eles vêm, sim, muitas vezes no final mas o mais importante é que não precedam, acompanhem substantivos.
Exemplos:
This pen is mine.
Those pens are mine (ou ours, theirs, yours etc.)
Agora:
Is this your T-shirt?
My weekend was very good. Hers were very good too.


33 – Quantos anos você tem ?
Tudo bem, não precisa se preocupar. Eu sei que é super indelicado perguntar a idade às pessoas, assim sem mais nem menos, principalmente às mulheres.
É só para chamar a sua atenção para a importância desta pergunta e como ela é feita de forma errada por quem ainda não assimilou bem este assunto.
Usamos o verbo To Be (ser, estar), e não o verbo To Have (ter) para saber quantos anos a pessoa “tem” em Inglês. Confundir-se nesta situação é comum mas, ao mesmo tempo, é um erro muito grave.
Exemplos:
How old are you? e não “How old do you have?” e nem “How many years do you have?”
How old is she? e nada além disso também.
Quer outro exemplo para fixar bem? Vamos buscar uma outra referência: “Qual é a sua altura?” → How tall are you?
Nesta mesma linha de raciocínio podemos formular várias perguntas para alguém, ou a respeito de alguém, usando diversos adjetivos:
How intelligent is the best student in class?
How rich is that girl?
How beautiful is that woman?


34 – Você sabe usar tag questions, não sabe?
Não? Aprendamos, pois.
“Tag questions” ou “Tag endings” são as partes finais das frases que usamos para confirmar algo que já sabemos, ou, ainda, se esperamos apenas uma confirmação. Tanto em Inglês como em Português difere um pouco da pergunta convencional, não só no uso de palavras mas no sentido também.
Por exemplo:
Você vai à praia amanhã?
Seus pais vão ver o jogo?
Você foi à festa ontem?

Nas perguntas acima eu realmente não sei a resposta e não estou omitindo uma opinião. Trata-se de curiosidade mesmo.
Agora observe a diferença neste outro formato de pergunta:
Você vai à praia amanhã, não vai?
Seus pais vão ver o jogo, não vão?
Você foi à festa ontem, não foi?

Repare que, nestes três últimos exemplos, eu presumo uma resposta afirmativa em todos eles. É claro que é possível uma resposta negativa, mas não é o que eu espero.
E o mesmo raciocínio ocorre quando formulo uma pergunta na negativa:
Ele não vai perder a festa, vai?
Em Inglês, tudo isso é muito parecido. Não vamos usar perguntas simples, daquelas que já aprendemos. Vamos, sim, nos utilizar das tag questions, sempre com uma afirmação de um lado e uma negação do outro e vice-versa.
You’re going to Pat’s party, aren’t you?
Maya wants to go home, doesn’t she?
You drank all the juice, didn’t you?

Repare que, nas partes finais das frases, acompanhamos o tempo verbal, usando o seu elemento correspondente e sempre invertendo os sinais: afirmando de um lado e negando do outro e vice-versa.
Então: “Deu pra assimilar, não deu ?”
Agora a dica é pegar um bom livro de exercícios e resolver um monte deles. Vai lá que você “tira de letra”.


35 – O uso de CAN, COULD, MAY e MIGHT
E agora? Quando usar cada um deles?
Vamos primeiro ao que eles têm em comum: os verbos ligados a eles não variam, não são precedidos por “to” e nunca veremos auxiliares como do, does e did e nem as conjugações do verbo to be ligados a eles.
Exemplo:
I can dance and he can dance too. What about you? Can you dance too?
I could drive when I was younger.
Continuando: Quanto ao uso dessas palavras nas frases, é imprescindível desvincularmos, principalmente em relação a can e could, o conceito de poder fazer algo. Este é um erro bem comum.
São três as situações de uso:
No primeiro caso temos, aqui sim, a idéia de capacidade e could é o passado de can.
I can play the piano but I can’t play the guitar. → Eu posso (ou sei, ou sou capaz de) tocar piano mas não posso tocar violão.
I could speak French 10 years ago.
Agora muita atenção; a seguir could não será passado de can, não significará ter capacidade de fazer algo e ainda teremos a companhia de mais umas palavrinhas: may.
Can I drink some water?
Could you open the door?
May I leave earlier this afternoon?
Estamos tratando de pedidos e permissões e o diferencial aqui é a formalidade. Usamos may na situação mais formal (ao falar com chefes, por exemplo ; could para um caso em que não há intimidade mas também não há necessidade de ter tanto cuidado. E, finalmente, can para amigos e familiares).
Ainda não mencionei a palavra might. Ela está ligada à terceira situação, possibilidade, e pode ser intercambiada com could ou may. Aqui também não cabe a idéia de ter poder para fazer algo.
Então atenção ! Se quisermos falar algo equivalente a “Ele pode vir sábado ou domingo, ainda não tem certeza” nunca usemos can, e sim may, might ou could. Eu prefiro may.
Exemplos:
I may be wrong but it seems to me that he doesn’t love her anymore.
This might be the last match.


36 – Usando os pronomes pessoais
Resolvi abordar este assunto pois, mais uma vez, a tradução ao pé da letra atrapalha o bom uso da língua.
Reconhecer um pronome como sujeito da frase é bem fácil. São eles I, you, he, she, it, we, you, they. Atenção: yous não existe.
Trabalhar com os pronomes oblíquos é que confunde as cabeças das pessoas. E o maior motivo de isso acontecer é termos, na nossa língua portuguesa, “ele” e “ela” como sujeitos ou objetos das frases.
E é aí que vem o erro. Muito acostumados a tratar “ele” e “ela” por “he” e “she” respectivamente, as pessoas erram muito ao ter de tratar com objetos nas frases. Vejamos:
Em Português está certíssima a frase “Ele comprou um presente para ela”. Em Inglês, entretanto, não podemos tratar esta palavra “ela” por “she”, pois não é sujeito, e sim objeto da frase e o uso correto é “her”.
Vamos agora virar o jogo: “Ela comprou um presente para ele”. Como ficaria ? Isso mesmo: “She bought him (e não “he”) a present.
Pratiquemos um pouquinho:
This book is for her
Those cell phones belong to us.
You should give it to him.


37 – Pronomes reflexivos
Vamos começar este tópico com um desafio. Você é apresentado à frase “He hurt him accidentally”. E agora, certo ou errado ?
Vimos no item anterior que “he told he” está errado. E “he hurt him”?
Esta frase pode estar certa ou pode estar errada, vai depender do contexto. Se quisermos substituir os nomes Mike e Joseph na frase “Mark hurt Joseph” podemos, sim, atribuir “he” para Mike, sujeito da frase, e “him” para Joseph, objeto.
Mas e se tivéssemos pensado em “Ele se machucou”? Não poderíamos usar “him”. Quando temos uma ação em que quem pratica e sofre a ação é a mesma pessoa usamos os pronomes reflexivos. São bem fáceis: “Myself, yourself, himself, herself, itself, ourselves, yourselves e themselves”.
Então, no caso “Ele se machucou”, devemos usar, unicamente, “He hurt himself”.
Outros casos:
She told herself that she’d never do that again.
I locked myself in the kitchen.
Também trabalhamos com este tipo de pronome como ênfase, veja só: “He himself did the homework” ou “He did the homework by himself”. Siginifica que ele fez o dever sem ajuda.


38 – Present Perfect (1)
Chegou ! Chegou a hora do mais temido assunto para os estudantes de Inglês. O incompreendido, mas muito fácil Present Perfect.
Formular frases com ele é muito simples. Usaremos “have” e sua variação “has” como auxiliar (lembrando que este “have” não é mais o verbo “ter” e que é possível sim termos, além do auxiliar, o verbo “have”).Aí vai:
Have you eaten the sandwich?
Has she called them?
The men have brought you a present.
E os verbos principais, como você deve ter identificado, vieram conjugados na “terceira coluna” (eat – ate – eaten) : o particípio.
Nos verbos regulares não há muito trabalho, o particípio é igual ao passado. Nos irregulares, infelizmente, não há forma alguma de explicação, não há parâmetros. Deve-se decorar a conjugação. Eis alguns:

Drink – drank – drunk
Bring – brought – brought
Cut – cut – cut
Take – took – taken

E em que situação usamos o Present perfect ? Ele será sempre desvinculado de um tempo fixo no passado e, além disso, indicará algo que produz efeitos.
Usamos:
She’s gone to Canada. → She went to Canada yesterday.
I’ve traveled a lot. → I traveled a lot last year.
Legal? Melhorando sua compreensão do assunto? Então atenção para o que vem agora.


39 – Present Perfect (2) – Palavras chave
Outra noção muito comum deste tempo verbal é a de período de tempo não acabado.
Imaginemos o dia 28 de dezembro de 2005 às 4 da tarde. Temos um caso aqui em que a tarde não acabou, nem o dia, nem o mês e nem o ano. Então, se o Present Perfect é o tempo verbal em que mencionamos um tempo não terminado, é ele quem vai aparecer nas frases.
Exemplos:
I haven’t written anything today.
I haven’t seen my parents this month.
She’s worked a lot this year.
E quanto às palavras-chave, elas também estão ligadas á idéia de período de tempo não acabado. Os exemplos mais práticos são for, since, ever e never.
Aí vão mais casos para observação:
I’ve lived here for two years. E continuo morando, o período não terminou.
Nesta frase devo alertá-lo para não cometer um erro comum: traduzí-la e usar o present simple : I live here for 2 years. É inadmissível.
Continuando:
We have been married since 1999. E não “We are married since 1999”.
I’ve never been to France. E não “I never was in France”. Aqui também temos um período de tempo não terminado: a vida.
O mesmo se aplica para a pergunta “Have you ever eaten shrimp?”, ou seja, em algum período da sua vida você já comeu camarão ?
Este então é um assunto fértil nos livros didáticos e gramáticas em geral. Tente treinar bastante que, quanto mais você praticar, mais craque vai ficar.


40 – Voz passiva
É outro tópico que aterroriza e um assunto que envolve os verbos nos particípios. Assim como o Present Perfect, não há nada a temer, ele também é de fácil compreensão.
Na voz passiva, aquilo que era objeto na frase ativa vai se tornar sujeito na passiva.
Alguns exemplos.
Comprei um livro. → O livro foi comprado (por mim)
Lavamos a roupa → A roupa foi lavada (por nós).
Tudo bem até aqui ? Continuando:
My grandmother buys food at the supermarket. Esta é uma boa frase para análise.
Voz passiva – Food is bought by my grandmother at the supermarket.
O que aconteceu ? O verbo principal “buy” foi conjugado para o particípio e, acompanhando-o temos agora uma flexão do verbo to be no presente, mesmo tempo verbal da frase na ativa.
Então anote aí: nas frases de voz passiva teremos sempre um verbo to be seguindo o tempo do verbo da voz ativa e um verbo no particípio.
She will make the orange juice. → The orange juice will be made by her.
She is going to visit her parents tomorrow → Her parents are going to be visited.


Fim das nossas dicas! Bons estudos!


2 comentários:

Anônimo disse...

Não entendi nada sera fazendo favor q da para vcs escrever a palavra inglês e colocar na frente o que està escrito por favor não entendi nada.

RAVENA disse...

Favor, queira usar os tradutores disponiveis no site: MENU>DOWNLOADS>DICIONARIOS, entao você traduzir qualquer artigo do site alem de usa-lo em qualuer duvida ou lugar.

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